A utilização das pedras quentes para relaxamento e até mesmo para curar diversas doenças é uma prática que tem registro desde a Dinastia Shang, por volta de 1500 a.C. na China. Os monges tibetanos usavam as pedras, principalmente no período de jejum, para diminuir a sensação de fome e energizar o corpo. Encontramos registros também nas culturas indígenas, que utilizavam as pedras quentes em seus rituais de cura. Mas a técnica é recente se considerarmos que a regularização desta prática se deu em 1998 nos Estados Unidos e Europa e no Brasil somente em 2004.

Essas diferentes culturas e técnicas ajudaram a comprovar que as pedras carregam uma poderosa herança energética de milhões de anos. Quando aquecidas, liberam essa carga acumulada em seu interior, desobstruindo os bloqueios dos chakras e permitindo o livre fluxo dessa energia vital.

O poder das pedras, aliado às manobras de massagem e aos óleos essenciais, proporciona relaxamento, alívio da dor, aumento da circulação sanguínea e linfática, estimulação do processo de cicatrização, aumento do fluxo de nutrientes, estimulação das funções das vísceras, estímulo sexual, desintoxicação e aumento do metabolismo celular.

Por esses motivos, este tipo de terapia tem indicações para estresse físico e mental, tensão crônica, ansiedade, insônia, depressão, cólica menstrual, inflamação do intestino, distúrbios digestivos, luxação, torção, bursite aguda, músculos atrofiados, hematoma, dor de dente, dor de cabeça e febre.

Ainda assim, a massagem tem contra-indicações para gravidez (o melhor é após 12 semanas), pós-cirurgias, pacientes em quimioterapia e radiologia, pacientes portadores do vírus HIV, trombose venosa profunda, doenças de pele, inflamações cutâneas ou queimaduras, asma aguda, cistite aguda, hemorragia, náusea e vômito, e após as refeições.

Mais do que apenas benefícios fisiológicos, a massagem com pedras quentes leva o paciente ao encontro da harmonia física, mental, emocional e espiritual.

Michelle Coelho
Massoterapeuta

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